coderswise
Technical Venture Partner

Nosso cheque é engenharia.

A coderswise entra em startups que já validaram, com engenharia de software sênior, e recebe participação com vesting por marco. Você fica com time, vendas e cliente. A engenharia fica conosco.

Apresente sua startup Ler a tese completa
O que é

Build-for-equity, dito sem rodeio

Você tem produto na rua, cliente pagando e uma fila de coisas que a engenharia não dá conta de entregar. Contratar time sênior custa caro e demora.

Nós entramos como parceiro técnico: construímos, sustentamos e respondemos pela engenharia, e a nossa remuneração é participação, liberada por marco entregue. Corremos o mesmo risco que você.

Critério de entrada

Para quem é, e para quem não é

É para você

Validação indo para tração, ou já em tração

Produto na rua e cliente pagando: pelo menos R$5 mil por mês recorrentes ou dez clientes pagantes, mantidos por três meses. Mais um time de founders que executa e quer um par técnico à altura, não um fornecedor.

Não é para você

Ideia no papel

Também não é para quem procura mão de obra barata disfarçada de sociedade, nem para quem espera que alguém assuma a liderança do negócio. Não pegamos ninguém no colo, e dizemos isso antes para não gastar o seu tempo.

O que assumimos

A engenharia inteira, com nome e responsável

Somos uma casa de engenharia boutique: poucos projetos por vez, sob medida, de alta complexidade. Arquitetura, produto, escala, segurança e dado, conduzidos pelo método DeepCoder, que fixa os princípios antes da primeira linha e deixa rastro de cada decisão.

O time é multidisciplinar e a experiência atravessa domínios onde errar sai caro. Liderança com mais de 20 anos de engenharia e mestrado em Ciência da Computação em curso, ao lado de mestrado em Administração: tecnologia e negócio na mesma mesa.

Onde já atuamos
Saúde e área clínicaSetor público e gestão municipalContábil e fiscal EducaçãoPesquisa científicaSegurança públicaIndústria e manufatura AgronegócioVarejo e e-commerceMercado imobiliárioServiços e atendimento
O que construímos
Plataformas web e SaaSAplicativos PWA e nativosAPIs e integrações Engenharia de dados e ETLPainéis e copilotos com resposta rastreável IoT e embarcadosVisão computacionalIntegrações fiscais Pagamentos e assinatura digitalMensageria oficial WhatsApp Modernização de legadoSegurança e LGPD

Você concentra o seu tempo em time, vendas, marketing e atendimento, que é onde founder não tem substituto.

Conhecer o método DeepCoder →

Níveis de atuação

Você escolhe até onde vamos

Nada é obrigatório. Se quiser só a engenharia, é só a engenharia. Se quiser a casa inteira na mesa, sentamos no board. As faixas de cada nível são o ponto de partida: o número exato sai da Tese de Valor, com a conta aberta dos dois lados e liberação progressiva por marcos.

Nos níveis 02 e 03 apoiamos com expertise, não executamos a operação no lugar do seu time. Quem vende, contrata e atende continua sendo você.

Como selecionamos

Primeiro o time, depois o produto

Um bom time com produto médio se corrige. O contrário não. Cada etapa pode terminar em não, e a maioria termina.

01

Triagem

Estágio, domínio e o que você precisa de engenharia. Trinta minutos.

02

Conhecendo os Founders

Conversa com quem decide. É o gate mais duro, e é onde a maioria para.

03

Diagnóstico Técnico

O mapa do que existe contra o que falta para escalar: dívida, risco e gargalo.

04

Tese de Valor

O que a engenharia destrava, em quanto tempo, e que participação corresponde a isso.

05

Instrumento Jurídico

Acordo assinado, com vesting por marco, teto e reversão se a entrega parar.

06

Execução do Produto

Marcos entregues e revisão periódica. Marco entregue libera a parcela.

O que pedimos de você

Números de verdade

Cap table limpo e disposição para ouvir o que o dado diz, inclusive quando ele desmente a narrativa. É o mesmo rigor que aplicamos em casa: dado e evidência acima de opinião.

Perguntas diretas

O que todo founder pergunta

Vocês são fornecedor ou sócio?

Sócio, com contrato. Fornecedor entrega o que foi pedido e sai. Nós assumimos a engenharia, respondemos por ela e a nossa remuneração é participação, liberada conforme a entrega acontece e o negócio cresce.

Que participação vocês pedem?

De 5% a 10% no nível de engenharia, chegando a 30% na parceria completa com cadeira no board. Dentro da faixa, a conta é aberta: partimos do valor de mercado da engenharia que entra, comparado ao valuation da empresa, com um prêmio pelo risco de receber depois e sem garantia.

Entramos modestos de propósito. Preferimos um pedaço menor de uma empresa que cresce e capta a uma fatia grande de uma que trava.

Como a participação é liberada?

De forma progressiva, por marcos, e nunca de uma vez. Os marcos andam em dois eixos ao mesmo tempo: o que a engenharia entregou e o que o negócio alcançou, como faturamento e retenção.

Nada é liberado antes da entrega. Se a entrega para, o vesting para.

Isso não vai atrapalhar a minha próxima rodada?

É justamente o que evitamos, porque atrapalharia o nosso próprio retorno. Estruturamos a participação para que um fundo consiga entrar depois: entrada modesta, liberação progressiva, teto definido e diluição normal nas rodadas seguintes, como qualquer sócio.

De quem é o código?

Da sua empresa, desde o primeiro commit. Repositório, infraestrutura e propriedade intelectual ficam no nome dela. Ninguém investe onde o parceiro retém o produto.

E se a parceria não der certo?

O contrato prevê saída. A parcela ainda não liberada simplesmente não é devida, e o que já foi entregue continua com a empresa, documentado e operando. Sem litígio e sem participação parada no cap table de quem não contribui mais.

Vocês substituem o meu time de engenharia?

Não. Assumimos a responsabilidade técnica e trabalhamos com quem já está lá, elevando o nível. Onde não existe time, nós somos o time até fazer sentido montar um interno.

Em que estágio vocês entram?

Validação caminhando para tração, ou tração. A régua é objetiva: pelo menos R$5 mil por mês recorrentes ou dez clientes pagantes, mantidos por três meses. Vale o que vier primeiro.

Ela é baixa de propósito, porque existe para deixar a ideação de fora, não para exigir escala. Em ideação não entramos, por mais interessante que seja a ideia.

Vocês só entram em setores críticos?

Não. Entramos em startup em tração de qualquer setor. A preferência é de quem opera onde o erro tem custo, como saúde, fiscal, jurídico, público e dado sensível, porque é onde a nossa engenharia rende mais.

Mas o critério não exclui: para uma startup em tração, o software é o próprio negócio. Se ele cai, queima runway e mata a empresa. O erro tem custo ali também.

Quanto tempo dura?

Cada nível tem marco final e janela definidos em contrato. Chegando lá, renegociamos o próximo ciclo ou passamos a um modelo remunerado. Parceria com prazo aberto vira dependência, e dependência não serve a ninguém.

Ficou com mais perguntas? Leia a tese completa →

Aplicação

Apresente sua startup

Quanto mais concreto, melhor a resposta. Lemos tudo e respondemos, inclusive quando a resposta é não.